
Mártir, heroína e padroeira da França, Joana D’Arc foi uma mulher que teve papel de protagonista na história de seu país. A jovem que conseguiu convencer lideranças religiosas e o Rei Carlos VII a retomar territórios franceses que estavam em poder da Inglaterra e, com isso, pôs fim à guerra dos cem anos, foi queimada viva e se tornou ícone da história da França e das mulheres.
Filha de camponeses, Joana D’Arc nasceu no vilarejo francês de Dóremy em 6 de janeiro de 1412. De formação católica, a jovem ajudava seus pais, Jacques D’Arc e Isabelle Romée, a cuidar das plantações e das criações de ovelha. Porém, foi aos 12 anos, quando ouviu uma mensagem divina, que sua vida começou a mudar.
Com 16 anos, Joana foi até a cidade de Chinon para falar com as autoridades. Interrogada pelas lideranças católicas, contou sobre a visão que tivera com os anjos e santos e, após conversar com Carlos VII, conquistou a confiança dos líderes.
No mesmo dia, Joana foi nomeada líder de uma tropa, que lutou três dias e três noites e conseguiu libertar a cidade de Orleans que estava sobre o comando das forças militares inglesas.
Em 1429, Joana e sua tropa conquistam a cidade de Reims, fator que devolveu a coroa à corte francesa. Em 17 de julho de 1429, o rei Carlos VII é nomeado Rei da França e o fato reascende as possibilidades de se libertar do domínio inglês.
Em 1430, quando a jovem se dirigia para a cidade de Compiègne, o exercito inglês atacou o bando e capturou a líder, que foi entregue ao tribunal da Santa Inquisição no dia 23 de maio. Julgada por um bispo de lado inglês, Joana D’Arc foi condenada à fogueira, acusada de ser herege e praticar feitiçaria. Em 30 de maio de 1431, a jovem foi queimada viva.
Em 1456, com a reabilitação da igreja, o processo de Joana D’Arc foi reaberto. Em 1909, a guerreira foi beatificada e em 16 de maio de 1920, canonizada por Bento XV, tornando-se Santa Joana D’Arc, padroeira da França.
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